domingo, 31 de agosto de 2008

Um sorriso especial…


Não sei se é só da habitual angústia existencial de domingo mas deu-me para recordar… e decidi partilhar um episódio que considero, talvez, o acto mais altruísta que alguma vez tive... não por ser um grande feito mas… o melhor é lerem e depois julgam por vós…

(Introdução/enquadramento)

No último ano da faculdade arranjei um estágio numa empresa perto de Aveiro (Vagos para ser mais preciso). Como vinha a casa todos os fim-de-semana, fazia duas vezes por semana uma boa parte da A1 na minha linda mota (que nessa altura era novinha). Estabeleci a rotina de parar na estação de serviço de Leiria (que na altura era da Shell) por comodidade e porque (no sentido N/S) uma das meninas da caixa tinha um dos sorrisos mais lindos e radiosos que alguma vez vi – aqueles sorrisos que nos alegram só de olhar!

(o episódio a seguir aconteceu numa das últimas viagens de regresso a Lisboa)

Mota carregada, fato completo, mota a trabalhar, arranco… (o frio de Dezembro obriga-me a fechar a viseira para que olhos não chorem)… faço-me à estrada, o caminho que tenho a percorrer até chegar ao acesso à A1 tem curvas onde me tenho aprendido a divertir … chego à auto-estrada, enrolo punho, penso nos planos para o fim de semana… vou percorrendo os quilómetros que me separam da “minha” Lisboa…
Placa: “estação de serviço de LEIRIA a 20km” já estou perto, hoje a luz da reserva ainda não acedeu, não vou muito depressa… avisto a estação de serviço, já estou na faixa da direita e a reduzir velocidade… paro , tiro as luvas, o capacete… abasteço, avanço a mota à mão para ao pé da loja (como é meu hábito). Entro na loja “ela não está” (penso), dirijo-me à caixa:

- Boa noite…
- Boa noite.
- Bomba 3, sff
- 12,61€, por favor (a gasolina era a pouco mais de 1€/l, lembram-se?)

Pago… não tenho ninguém atrás de mim…

- Obrigado.
- A sua colega não está cá hoje?
- Está. Está lá dentro…
- Seria possível chamá-la?
- Sim…
- Obrigado.

Vai lá dentro e regressa acompanhada da colega… o sorriso que sentia falta!

- Boa noite.
- Boa noite.

Retiro uma caixa cilíndrica do bolso enquanto digo:

- Desculpe incomodá-la mas queira apenas dar-lhe isto…

(retiro da caixa uma flor de papel, das que faço – raramente ofereço flores naturais pois considero que são demasiado efémeras)

- Para mim?! (na cara dela o espanto não apagara o sorriso)
- Sim para si… há uns tempos que passo por aqui e achei que devia tentar retribuir-lhe o bem que me sabe ver o seu lindo sorriso.
- Obrigado! (vê-se nos olhos e na expressão que está sem jeito e não sabe o que dizer mais…)
- Obrigado eu! Boa noite e nunca perca esse sorriso!

Saí, liguei a mota, anotei os quilómetros (como sempre faço)… montei, antes de voltar o colocar o capacete voltei a olhar para a loja… ela acenou-me e sorriu, retribuí… capacete na cabeça, luvas calçadas, arranco e retomo o meu caminho de volta à “minha” Lisboa…



Nunca mais vi aquele sorriso mas ainda hoje penso o que terá ela sentido ao ver minha flor? Será que ainda a tem? Recordo aquele momento com carinho… foi algo que fiz porque achei que devia, porque achei que era correcto… senti-me bem ao fazê-lo, como me senti bem sempre que vi o seu sorriso. Aquele sorriso era para mim um tónico naquelas viagens… e foi por isso que decidi tentar retribuir com aquele gesto. A menina da Shell de Leiria terá sempre um cantinho no meu coração… por mais que nunca tenha sabido o seu nome, o seu sorriso, esse, nunca o esquecerei!


Votos de boa semana para todos,
FATifer

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Ser motociclista…

“…és muito limpinho para quem anda de mota…”

Foi por me lembrar desta frase que em conversa me dirigiram, um dia destes, que decidi divagar um pouco sobre esta que é, para mim, uma forma de estar…

Como já disse por aqui algures, eu só ando de mota (faça chuva, faça sol). Ando de mota porque gosto, porque posso... é um prazer diário do qual não me quero privar. Não vivo para mota (como o lema “ride to live, live to ride”), a mota para mim é o veículo que escolhi porque gosto. Nunca fui a uma concentração (talvez vá a Faro uma vez, para não morrer estúpido).

Olhando para frase que citei… compreendo o porquê de me terem dito isso… diria que não encaixo bem nos estereótipos motard, motoqueiro, etc… por isso digo que sou motociclista. Aliás, para mim, motoqueiro é depreciativo (eu sei, em brasileiro é equivalente a motociclista mas, no meu conceito, é mais membro de biker gang à americana … “feio, porco e mau”). Não vou aqui dizer que consigo andar sempre limpinho, quem anda de mota sabe que os mosquitos adoram capacetes e blusões ;)… mas a frase refere-se a um estereótipo, que cada de nós tem na cabeça, do tipo de pessoa que anda de mota, (pode ser subjectivo mas) talvez não encaixe na maioria. Por isso não pude conter um sorriso quando me disseram esta frase.

Estereótipos são estereótipos mas, para mim, qualquer um pode e deve andar de mota… pensado bem se calhar é melhor não… alguns automobilistas que vejo por aí, com uma mota nas mãos não duravam muito ou então davam ainda pior fama aos motociclistas… mas por outro lado acho que seria bom haver mais automobilista que fossem motociclistas; ajudava a perceberem melhor que certas manobras, consideradas autênticas loucuras, não o são (tanto assim). Não falo daqueles srs que andam de mota e que passam a 200 entre o separador central e o vosso carro, esses sim são doidos (e não devem continuar a sê-lo por muito tempo ou então são mesmo protegidos pela sorte!) falo de manobras, como: passar entre duas filas de trânsito, estar ainda a acelerar ao chegar perto de um semáforo quando todos os carros já estão a travar, etc. Haver mais automobilistas que fossem motociclistas ajudava também a que mais gente se apercebesse que o motociclista está lá, onde pode aparecer, o que pode fazer. Haveria, provavelmente também, menos automobilistas a impedir a passagem… sim, felizmente, muitos já nos dão passagem mas continua a haver alguns que, propositadamente ou não, nem se apercebem que nós existimos ou fazem memo gala em nos dificultar a vida…

Ser motociclista neste país ainda é ser um ser à parte… ser diferente… cumprimentar, com um aceno, qualquer um só porque também anda de mota… só quem é percebe o que se sente, só quem gosta de conduzir uma mota entendo do que falo… é, como disse, uma forma de estar… a minha.

Votos de bom fds para todos,
FATifer

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

WALL E

http://www.pixar.com/featurefilms/walle/

Não vou estragar para quem ainda não viu, apenas direi que há muito a aprender neste fantástico filme! Por isso recomendo que vão ver – eu já fui duas vezes ;)


FATifer

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Para quem ainda não conhece...


"Aeroporto de Lisboa, 15h30m.

Tenho um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que
uma cagadela não aliviasse. Mas, atrasado para apanhar o autocarro que me
levaria para o aeroporto, do outro lado da cidade, de onde partiria o voo
para Estocolmo, resolvi segurar as pontas "Afinal de contas, são só uns 15
minutos de viagem. Ao chegar lá, tenho tempo de sobra para dar uma cagadela,
tranquilo".
O avião só sairia as 16h30m.
Entrei no autocarro, sem sanitários, senti a primeira contracção e tomei
consciência de que a minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um
parto de cócoras assim que entrasse no W.C. do aeroporto.
Virei-me para o meu amigo que me acompanhava e, subtilmente, disse-lhe:
"Fogo, mal posso esperar para chegar ao aeroporto porque preciso largar a
farinheira."
Nesse momento, senti o cagalhão a beliscar as minhas cuecas, mas pus a força
de vontade a trabalhar e segurei a onda.
O autocarro nem tinha começado a andar quando para meu desespero, uma voz
disse pelo altifalante:
"Senhoras e senhores, devido ao muito trânsito, a nossa viagem até ao
aeroporto levará cerca de 1 hora".
Aí o cagalhão ficou maluco e tentou sair a qualquer custo! Fiz um esforço
hercúleo para segurar o comboio de merda. Suava em bicas. O meu amigo
percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para gozar comigo.
O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais indicando que, pelo
menos por enquanto, as coisas tinham-se acomodado por ali. Tentava-me
distrair vendo a paisagem mas só conseguia pensar numa casa de banho com uma
sanita, tão branca e tão limpa que daria para almoçar nela! E o papel
higiénico então: era branco e macio e com textura e perfume e...oops!
Senti um volume almofadado entre o meu traseiro e o assento do autocarro e
percebi consternado que me havia cagado. Um cocó sólido e comprido daqueles
que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar para
os amigos e parentes e convidá-los a apreciar, na sanita, tão perfeita obra!
Daria até para a expor no CCB! Mas, sem dúvida, não neste caso. Olhei para o
meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei-lhe de modo
muito sério:
"Olha, caguei- me."
Quando o meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a
ficar no centro da cidade, onde o autocarro faria escala a meio da viagem, e
que me limpasse em algum lugar.
Mas resolvi que ia seguir viagem, pois agora estava tudo sob controlo.
"Que se lixe, limpo-me no aeroporto," – pensei - "pior do que estou não
fico".
Mal o autocarro entrou em movimento, a cólica recomeçou forte.
Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar, e sem muita
cerimónia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez como uma
pasta morna.
Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e lambuzando o cu,
cuecas, a barra da camisa, pernas, calças, meias e pés.
Logo a seguir, mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que
queimam o fofo do freguês ao sair rumo à liberdade. E, no instante seguinte,
um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar...afinal de contas o que era
um peidinho para quem já estava todo cagado?
Já o peido seguinte foi do tipo que pesa e eu caguei-me pela quarta vez.
Lembrei-me de um amigo que, certa vez, estava com tanta caganeira que
resolveu pôr um penso higiénico nas cuecas, mas colocou-o com as linhas
adesivas viradas para cima e, quando quis tirá-lo, levou metade dos pêlos do
rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha
menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia ajudar-me a
limpar a sujeira.
Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos,
supliquei ao meu amigo que apanhasse a minha mala na bagageira do autocarro
e a levasse aos sanitários do aeroporto para que eu pudesse trocar de
roupas.
Corri para a casa de banho e entrando de porta em porta, constatei a falta
de papel higiénico em todas as cinco portas. Olhei para cima e blasfemei:
"Agora chega, Pá!"
Entrei na última porta, mesmo sem papel, e tirei a roupa toda para analisar
a minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela
mala da salvação, com roupas limpinhas e cheirosas e com ela uma lufada de
dignidade no meu dia.
Entretanto, o meu amigo entrou na casa de banho cheio de pressa... já tinha
feito o "check- in" e disse-me que tinha que ir depressa avisar o voo para
esperarem por nós.
Mandou por cima da porta o cartão de embarque e a minha maleta de mão e saiu
antes de qualquer protesto de minha parte.
Ele tinha-se enganado na mala que eu aguardava e já tinha despachado a mala
com roupas.
Na mala de mão só tinha um pullover de lã com gola em bico. A temperatura em
Lisboa nesta altura era de aproximadamente 37 graus.
Desesperado, comecei a analisar quais das minhas roupas seriam, de algum
modo, aproveitáveis.
As minhas cuecas, mandei – as para o lixo. A camisa era história. As calças
estavam deploráveis, assim como as minhas meias, que mudaram de cor tingidas
pela merda. Aos meus sapatos dava-lhes nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria
que improvisar. A invenção é filha da necessidade, então transformei uma
simples casa de banho pública numa magnífica máquina de lavar. Virei as
calças do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na
água.
Comecei a dar ao autoclismo até que o grosso da merda se desprendeu.
Estava pronto para embarcar.
Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direcção ao portão de embarque
trajando sapatos sem meias, calças vestidas do avesso e molhadas da cintura
até ao joelho (não exactamente limpas) e o pullover de gola em bico sem
camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam à espera do "rapaz que
estava na casa de banho" e atravessei todo o corredor até ao meu assento ao
lado do meu amigo que sorria.
A hospedeira aproximou-se e perguntou-me se precisava de algo. Eu cheguei a
pensar em pedir uma gilette para cortar os pulsos ou 130 toalhinhas
perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante, mas decidi não as
pedir... e respondi-lhe com uma esforçada cara angélica:
"Nada, obrigado"...



Rui Felício "



Para quem não conhece... :)

Abreijossssss

domingo, 24 de agosto de 2008

Sozinho na multidão…

É assim que sempre me senti. Não, este não vai ser um texto de lamento, do coitadinho de mim, não, apenas estou a constatar um facto. Nunca tive medo de estar sozinho (cedo percebi que estamos condenados a estar sozinhos connosco próprios), também nunca senti necessidade de “pertencer” a isto ou aquilo, aquele ou este grupo… sempre fui eu e pronto… isto, inevitavelmente, acaba por me colocar um pouco à parte (e isso também se sente, pode não incomodar mas sente-se).
Há uma frase que o Palma usa numa canção (frágil) com a qual sempre me identifiquei bastante: “dou-me com toda a gente, não me dou a ninguém”. É verdade, poucos serão os que me conhecem realmente.
Por outro lado tenho pessoas que estimo e não quero deixar de considerar meus amigos, pessoas que sabem que de mim terão tudo o que estiver ao meu alcance, pois eu sei que o merecem… dizem vocês “vês, não estás sozinho…” pois, talvez, por momentos, não esteja… mas que me sinto assim, sinto-me… não abandonado mas sozinho, porque estou, porque enquanto todos à minha volta se divertem, eu penso em “coisas estúpidas”, problemas sem solução, questões que sei a resposta mas prefiro ignorá-la, à espera de estar errado… mas não estou. Vejo o mundo passar a minha volta mas prefiro continuar no meu mundo, pequeno, protegido… colecciono momentos, pequenos prazeres, que vão fazendo parte de mim, não por serem meus mas porque me lembro deles, um cheiro, uma música, um sorriso, um momento, uma imagem, um raio de luz… e para quê?... para partilhar (aqueles que se podem partilhar) com outros e, por momentos, não estar sozinho porque, por momentos, estamos a experienciar o mesmo… sim por vezes pergunto-me se, quando partilho o que gosto, com aqueles de quem gosto, estou a ser altruísta? Ou será que, quando ofereço algo, estarei apenas a fazê-lo porque gosto de ver a satisfação nos olhos dos outros? Porque gosto de ouvir o “obrigado”, o “como adivinhaste?... (vêem o tipo de perguntas “estúpidas” com que gasto o meu tempo?).



Lembrei-me desta foto, não sei porquê mas achei que ficava bem aqui… ou então foi só vontade de partilhar qualquer coisa para não me sentir sozinho… ;)


FATifer

sábado, 23 de agosto de 2008

Quando algo nos deixa a pensar…

Este texto deste blogger deixou-me a pensar (sim, já sei, isso é mau). Como alguém disse nos comentários “já perdeste mais amigos do que eu tenho” terá sido a primeira constatação. Outras seguiram-se-lhe, algumas recorrentes, como o facto de que quanto mais leio o que ele escreve (e outros, como as minhas companheiras de blog), mais reforço a noção de quão pequeno e protegido é o meu mundo. Tenho a felicidade de poder dizer que não sei o que é essa dor de perder alguém querido, por isso apenas posso imaginar como é…

Tal como o Crest© afirma, não considero que tenha medo da morte embora não possa dizer, como ele, que já vivi tudo o que esperava viver. Estou, porque sempre fui assim, em paz comigo e isso dá-me essa capacidade de aceitar a morte. Não quero com isso dizer que não me importava de morrer agora, claro que me importava e lamentaria tudo o que deixava por fazer, apenas digo que essa ideia não me assusta, é diferente. Por mim viveria enquanto fosse eu e não um vegetal como, infelizmente, se vê muitos nesses locais que alguns chamam lares mas mais parecem depósitos de seres que já foram pessoas…
Perder alguém que estimamos deve ser algo muito difícil. Eu que, como disse, nunca passei por isso não consegui evitar um sentimento de tristeza e até angústia ao ler o texto que referi, só posso imaginar o que será ler um texto desses já tendo passado por algo similar.

Fica a reflexão, porque o texto é forte (como o são muito do Crest©) e não pude deixar de ficar a pensar nele.


FATifer

Orgulho motociclista

Podia ficar calado e ninguém saberia mas apetece-me partilhar mais uma ferida no meu orgulho motociclista que ontem sofri. Pois é, deixei cair a mota na situação mais estúpida possível: quase parado na garagem! A mota está perfeita, não lhe acrescentei nem um risco mas o orgulho ficou ferido até porque, tinha acabado de fazer o meu regresso a casa quase em tempo record. Por mais que não acredite nisso, há mesmo coisas que parecem escritas. Aqui parecia que alguém me estava a dizer: “ achas que és “muita bom” então toma lá a motinha no chão!” – só quem tem uma mota e já a viu neste estado “desamparado” consegue saber o que se sente nessa altura…


FATifer

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Homens

Tinha comentado que um destes dias escreveria um post a dizer bem dos homens!
É hoje!

Apetece-me contrariar a minha veia da maledicência e dizer BEM deles.

Isto de vez em quando também convém, que os blogues também são lidos por exemplares deste sexo e é a chamada técnica do "uma no cravo e outra na ferradura"

Para mostrar o quanto um homem pode ser inteligente, previdente, coerente e outros entes dos quais agora não me consigo lembrar, aqui vai uma história verídica que retrata um desses exemplares na perfeição:

Um homem tinha três namoradas e não sabia com qual delas deveria casar.

Resolveu então, muito inteligentemente, fazer um teste para ver qual teria mais qualidades para escolher para esposa.

Tirou três mil euros do banco, deu mil a cada uma e disse-lhes:

- Gastem como quiserem.

A primeira foi ao shopping, comprou roupas, sapatos, lingerie e foi a um salão de beleza.

Disse-lhe:
- Gastei o dinheiro todo para ficar mais bonita para ti, para te agradar. Tudo isso porque te amo.

A segunda foi ao mesmo shopping, comprou roupas para ele, um leitor de CD, uns tacos de golfe e vários filmes pornográficos.

Disse-lhe:
- Gastei o teu dinheiro todo para te fazer mais feliz, para te agradar. Tudo isso porque te amo.

A terceira usou o dinheiro aplicando-o em acções. Em três dias duplicou o investimento, devolveu os mil euros ao namorado e disse-lhe:
- Apliquei o teu dinheiro e ganhei o meu. Agora posso fazer o que quiser com o meu dinheiro. Tudo isso porque eu te amo.


Então homem pensou,

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou... (os homens pensam muito...)

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou.... (sim, que os homens, pensam mesmo, mesmo muito...)

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

pensou...

E casou com a que tinha as mamas maiores!


Sim , porque os homem pensam muito, muito que é para depois poderem fazer sempre (cof, cof) a coisa certa!


P.S.
Peço desculpa pelo facto de ser um post tãooooo longo, mas precisava de muitas linhas para poder dizer assim todo este BEM dos homens!

;)