A vontade/inspiração não é grande por isso deixo-vos as
últimas fotos “artísticas“ de minha autoria…
sábado, 10 de março de 2012
Fotos…
sábado, 3 de março de 2012
Estou triste…
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
“Um Encontro Perfeito” – desafio (parte V)
Vem à varanda e sente o vento quente daquele fim de tarde
de verão, lá se foi o efeito refrescante do gel de banho, pensa. Olha ao longe
o sol a querer mergulhar no mar e sorri. Volta para dentro e dirige-se à
garagem, pelo caminho passa pela cozinha e agarra numa mala térmica que coloca
na bagageira do carro. A porta da garagem abre e arranca. O caminho pela
marginal é feito num instante. Estaciona o carro ao lado do carro dela e
dirige-se ao elevador. Na porta do apartamento um bilhete “entra que estou a
tomar banho”. Timing perfeito, pensa. Usa a chave para entrar, como fora
instruído e dirige-se à cozinha colocando o conteúdo da mala térmica no
frigorífico.
“Um Encontro Perfeito” – desafio (parte IV)
Parou a moto à frente do que fora outrora o alpendre,
diante si os restos da cabana em escombros. Nunca mais tinha tido coragem
voltar a este lugar. Perguntava-se porque o teria feito? Sim o bilhete, era
real, a sms… também… mas… porque estava ali? O que esperava encontrar?
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
“Um Encontro Perfeito” – desafio (parte III)
- My darling Catherine… vamos… ao nosso lugar…
sábado, 18 de fevereiro de 2012
“Um Encontro Perfeito” – desafio (parte II)
Ouve-se um som e sente um pequeno tremer no bolso.
Lentamente retira o telemóvel do bolso e lê a sms que acabara de receber:
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
“Um Encontro Perfeito” - desafio
Enquadramento:
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Desabafo…
… continuo perdido em mim, sem me reencontrar, se é que
alguma vez me encontrei. Por que é que insisto em iludir-me, em convencer-me que
estou bem assim, se sinto a tua falta? Sim, sinto a tua falta mesmo não sabendo
quem és, mesmo sem nunca te ter visto… estou bem assim ou devia estar mas não
estou. Sinto a tua falta por mais que saiba que não existes! Por vezes penso
que te vi, mas és apenas uma miragem ou mesmo a minha vontade de ter tal
miragem. Cada vez dói mais fingir, cada vez custa mais… a culpa é minha, eu
sei, se não te encontro é porque não procuro… é porque é mais fácil estar no
meu canto a ter pena de mim do que sair e correr o risco de te encontrar. Sim porque
mesmo sabendo que não existes tenho medo de te encontrar…



