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domingo, 22 de julho de 2012

Citando…


… deixo-vos duas frases do livro que comecei a ler recentemente:

“To put the finer point on it, I’m the type of person who doesn’t find it painful to be alone.”

“Human being’s emotions are not strong or consistent enough to sustain a vacuum.”

In “What I talk about when I talk about running” de Haruki Murakami

Identifico-me com a primeira, também sou assim. Quanto à segunda, acho que sumariza muito bem a as minhas objecções em relação ao conceito de meditação…


FATifer

segunda-feira, 25 de junho de 2012

domingo, 18 de março de 2012

Viagens no meu mundo… XV _ um dia histórico

É verdade, acrescentei um subtítulo à numeração pois ontem foi, na verdade, um dia histórico. E porquê perguntam vocês? (relembro que estamos no meu mundo pelo que a importância do que se segue tem de ser vista a essa escala, sim estou a engonhar só para vos fazer sofrer gente curiosa :P). Ontem passei a ferro a minha primeira camisa (e mais nove de seguida)! Eu sei, para vós o espanto estará, principalmente para aqueles que sabem a minha idade, em como só agora cheguei a tão básico ponto da evolução humana (e até já estou a ver alguns com alguma inveja mal disfarçada). Pois é, gostava de dizer que foi por uma razão altruísta e nobre mas não é bem o caso, foi mesmo porque, infelizmente, a minha mãe não pode (ou deve) sair da cama dado que está com um descolamento de retina ao qual vai ser operada em breve. (Aqui impõe-se uma explicação para os que já estão escandalizados de ainda ser a minha mãe que passa as minhas camisas a ferro. É algo que ela faz porque quer, repetidamente disse que o faria se ela assim o entendesse mas dada a perícia e disponibilidade seria estúpido da minha parte não aceitar que ela o faça – orgulho sim mas sem ser parvo!).

Passado o anúncio solene de que finalmente desbravei a última fronteira que me faltava nas lides domésticas, continuo esta viagem com a informação que terei em breve óculos novos. Não por vontade própria mas porque estando os actuais partidos e a colar a ver se os consigo usar até ter os novos (não podendo aproveitar as lentes pois não há armações iguais e sendo que é “raro” uma das minhas lentes estar em stock pelo que tem de ser sempre encomendada), não tenho alternativa senão esperar por uns novos mas aproveitei para tentar mudar de visual.

Termino mais esta curta viagem com mais um dos meus dos olhares desta minha Lisboa…



  
FATifer

quarta-feira, 2 de março de 2011

Dúvidas Pertinentes I

Inauguro assim nova rubrica (tal como tudo o resto por aqui sem qualquer periodicidade definida) com a seguinte questão:

Porque é que no museu do azulejo os urinóis e lavatórios são de aço inox?

Não verifiquei as sanitas, falha minha!

Se acharem que conseguem responder a esta dúvida comentem, por favor (também podem comentar mesmo que não tenham respostas).

FATifer

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Compravam isto?





Caros amigos e leitores na minha busca por carreiras alternativas decidi colocar-vos a pergunta que faz o título deste texto. Aguardo as vossas opiniões…

Obrigado,
FATifer
PS – Em particular quem bebe whisky terá identificado a garrafa e fica assim a saber o que faço às garrafas que vou despejando ;)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Em Lisboa…

Ontem tive, por acaso, oportunidade de testar uma parte de um dos circuitos que tinha esboçado mentalmente quando assumi o compromisso de organizar o encontro em Lisboa…

Fui a dois miradouros que adoro…





Aproveito para colocar duas questões aos interessados em comparecer:

1. Data? (penso que seria preferível na Primavera, para o ano portanto mas digam de vossa justiça)
2. Mantemos pic-nic no primeiro dia?

Tenho de iniciar a pesquisa por hotéis para quem vem de fora (é uma vergonha mas nem sei recomendar um hotel na minha cidade!!)

As ideias estão a germinar mas sugestões são bem vindas…





Bom resto de semana para todos,
FATifer

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Será castigo?

Como se já não me chegasse os dois pombos que deixei nascer a um canto da varanda e estão assim:


hoje quando cheguei a casa o que é que eu encontrei na marquise que acabei de fechar?




Sim, era um morcego e não me perguntem como entrou sem me aperceber…

Pergunto-me eu se isto não será castigo por dizer que não gosto de animais de estimação?

Bom feriado para todos,
FATifer

quarta-feira, 3 de março de 2010

O 3 ao contrário da casa de Sintra

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Costuma dizer-se que a ignorância é a mãe do atrevimento -e eu também acho que o saber não ocupa lugar- pelo que, embora o texto não seja meu (recebi por e-mail) e não costume publicar algo que não seja meu, teve interesse suficiente para que me tenha apetecido partilhar.

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"Sintra, foi terra de Templários, Maçonaria, Priorados e Orgias.
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Ao que parece o facto de o número se encontrar ao contrário era um sinal para pessoas de fora identificarem o local do culto secreto. Já que está a ter tanta visibilidade (o vídeo da Maitê Proença), seria bom lembrar que aquela porta pertence ao antigo Hotel Victor - frequentado por Eças,Camilos, Ramalhos e outros grandes intelectuais do Séc.XIX e que, como é sabido, surge inclusivamente retratado nos Maias.
É também de recordar que quem o mandou construir foi o Victor Sasseti, dono do Hotel Bragança, em Lisboa, maçon e grande amigo de António Carvalho Monteiro e do Luigi Manini, que lhe fez o projecto do Cottage Sasseti, na encosta dos Mouros, agora propriedade da Câmara.
Claro que o Sasseti pôs o número ao contrário de propósito! Nesta «vilazinha» tudo tem certo espírito secreto.
O três invertido, tal como o triângulo invertido, representa o princípio masculino.
O número três, como o cinco ou o sete, tem importantes conotações maçónicas (por exemplo, os três símbolos da Maçonaria são o Esquadro, Nível e o Fio de Prumo).
Três são também as Graças, como se pode ver no painel da Regaleira.
Já para não falar da triplicidade do tempo (passado, presente e o futuro) e de outras coisas que davam pano para mangas.
Ainda:
O número 3 invertido passa a ser um "E", e é chamado de "poder do 3".
Esta letra representa o olho (de Hórus).
Simboliza Marte. Representa talento. Representa guerra. Representa também a Estrela de David.
O 3 invertido é ligado ao aliviar de stress e ansiedade.
Uma técnica de oratória para controlo dos ouvintes muito usada pela Maçonaria é usar este poder do 3 invertido ou olho, dividindo a oratória em 3 tópicos, pois o cérebro de quem ouve assimila melhor do que se for em 2 ou 4.
Aquela placa de 3 invertido poderá unicamente representar uma moradia Judaica, uma forma de dizê-lo ao mundo sem que a maioria das pessoas entendam."


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Moral da história:

Lá porque não a conhecemos, não quer dizer que tudo não tenha uma explicação!
E sim, vale sempre a pena conhecermos um pouco melhor o que é nosso, o que faz parte seja de que cultura for e do mundo em que vivemos!
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(P.S. místico: a data de hoje também está cheia de "3"... ;)
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domingo, 22 de novembro de 2009

Olhar, ver e dizer…





Errata: onde se lê “esquedo” leia-se esquerdo.

Espero que não me levem a mal pôr os vossos cérebros em conflito logo no início da semana mas já estava farto do burro! ;)

Boa semana para todos,
FATifer

terça-feira, 25 de agosto de 2009

A importância do metro quadrado!

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Tinha de partilhar isto:
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Nos Estados Unidos (where else?), uma moradora de Beverly Hills está a leiloar um lugar no jazigo ao lado do seu falecido marido e cuja vizinha mais próxima será Marilyn Monroe.
No mesmo condomínio habitam já, entre outros, Dean Martin, Natalie Wood, Truman Capote, James Coburn e Farrah Fawcett.
Elsie Poncher decidiu assim pagar a hipoteca da sua casita de 7 000 m2, cujo valor em dívida já foi largamente ultrapassado pelos interessados e, crente na -para os outros- importância do pós vida, ser cremada quando morrer.
O vencedor será o co-proprietário de um T2 sem kitchenet cujo preço por metro quadrado será um dos mais caros do mundo e vai poder vangloriar-se aos herdeiros de que vai levar os seus milhões para baixo da terra!
Será que pensam que, depois de 47 anos, a Marilyn Monroe não terá já... rugas?
;)

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Vai um cafézinho?

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Pois é, depois da barrigada de iguarias proporcionada pelo meu companheiro de blogue, não podia faltar um post sobre o café. Mas não um café qualquer. Vocês merecem O café!
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Eu até sou uma relativa apreciadora de café. Relativa. Não vou muito longe por um café mas sinto algumas saudades de um bom quando, por algum motivo, acontece estar uns dias sem o tomar.
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De acordo com a prestigiada "Forbes", o melhor café, mais raro, exótico e, por conseguinte, mais caro do mundo chama-se Kopi Luwak e é apenas produzido em algumas ilhas da Indonésia e das Filipinas.
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Kopi significa café e o Luwak é um pequeno animal (um tipo de gato), existente na Ásia, omnívoro, e que sabe escolher para a sua dieta também os melhores grãos de café. Come-os, estes passam pelo seu sistema digestivo, o que remove a polpa e a parte menos nobre do grão de café, mas o organismo não o consegue digerir completamente. O que fica por digerir é, precisamente, a parte mais aromática e saborosa do grão. Esse grão é expelido nas fezes, apanhado, separado, limpo e só depois passa pelo normal processo de produção.
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Estas especiais características que o processo digestivo lhes confere (também influenciado por ácidos e enzimas) terão sido descobertas há cerca de duzentos anos pelos produtores locais, que apanhavam os grãos das fezes nas suas plantações para reduzirem o desperdício.
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O gosto desse refinadissimo café (diz quem já provou) é levemente achocolatado.
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A produção é, compreensivelmente, reduzida o que eleva bastante o preço. Apenas cerca de 450 Kg chegam, por ano, ao mercado global. Cada Kg de Kopi Luwak custa algo como 600 euros e pode ser encontrado nas melhores cafetarias do mundo, onde é servido a cerca de 60 euros a chávena.
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Qualquer milionário que se preze, no seu imensamente exquisit paladar de milionário, já o provou.
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... Embora alguns só até descobrirem que já antes tinha sido cagado pelo gato...


. . . E agora,

. ... vai um cafézinho?

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(Kopi happens! Eheheheh)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Páscoa!

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. . .Como estamos na época do Carnaval, apeteceu-me escrever sobre a Páscoa!


Sabem porque é que a Páscoa (uma das principais festas do Cristianismo) tem uma data tão móvel?
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E é calculada como?


Pois até ao Concílio de Nicéia, no ano de 325, nem havia uma fórmula consensual de cálculo.

Tendo em consideração que Cristo terá ressuscitado num domingo, em época de lua cheia, estipulou-se então que a sua ressurreição seria celebrada no primeiro domingo a seguir à primeira lua cheia após o equinócio da Primavera ou seja, tendo em consideração o ciclo da lua, a Páscoa poderá ser celebrada entre 22 de Março e 25 de Abril.


Não que venha muito a propósito mas... é através da definição do dia da Páscoa que se estipulam outras datas como, por exemplo, a terça-feira de Carnaval, que é sempre marcada 46 dias antes (ou 47 se o ano for bissexto).
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:)
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Olhar e ver… II

Como devem ter reparado (os mais atentos) tenho andado com uma confrangedora (para mim) falta de inspiração para a escrita… à falta de algo inteligente para dizer (e só para interromper a sequencia de textos da Pax, ok com um da Afrodite pelo meio), decidi colocar aqui mais umas imagens na linha das que já tinha colocado em tempos… espero que gostem…

(tradução: quantas pernas tem este elefante)

(tradução: as linhas horizontais são paralelas ou obliquas entre si?)

(tradução: foquem o ponto no centro e movam cabeça para a frente e para trás. Estanho…)





(tradução: contem os pontos pretos!)


Continuação de boa semana para todos.

FATifer

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

E antes do tufone ?

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Segundo um estudo altamente cientifico e credível (ou não), todas as pessoas mentem cerca de quatro vezes por dia. Quando atingem os 60 anos já mentiram mais de 80 000 vezes. Foi também concluído que os homens mentem mais do que as mulheres: cinco vezes por dia, as mulheres apenas três.

De acordo com o mesmo estudo, algumas das mentiras mais frequentes do dia-a-dia são:

(lista resumida e adaptada)


- Desculpa, não ouvi a tua chamada.

- Ligo-te depois.

- Não. Que mensagem?

- Estou num engarrafamento.

- O meu telefone estava sem rede.

- Vou ficar a trabalhar até mais tarde.

- Fiquei sem bateria.

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Agora pergunto eu:


Como é que se mentia antes de existirem os telemóveis ?

:)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

O triunfo das casadas!

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A propósito do texto aqui abaixo deste, fiz uma pequena pesquisa sobre a origem da tal tão curiosa tradição do arremesso do bouquet e uma das justificações é a de que terá começado na Idade Média (porque será que isto não me espanta?). Os ramos seriam feitos de flores e espinhos (aqui já espanta um cadito), como forma de representação de felicidade (com espinhos?! - alguém já casado deve ter tido essa ideia, só pode) e eram atirados à cabeça das mulheres solteiras, como forma da noiva mostrar a sua satisfação, o seu triunfo perante as que ainda não tinham arranjado marido! (Ó valha-nos Deus!). No entanto, no casamento de um rei, a noiva agrediu a cabeça de outra com tal violência (uma rival, diria eu) e o rei ficou de tal modo revoltado com a gravidade dos ferimentos infringidos, que abandonou a noiva e casou com a ferida! (Deve ter olhado melhor e viu que até a escorrer sangue seria mais gira). Daí ter surgido a crença de que a que apanha o (ou com o) ramo será a próxima a casar!
(Tá explicado!)

Eu só queria ver era se se engalfinhavam tanto agora, se os ramos continuassem a ter espinhos!

Mas a sério mesmo: bem que me parecia que esta tradição não poderia ter tido um inicio feliz :(

domingo, 11 de janeiro de 2009

Bom Ano 2015 !!!!!

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Antes que me comecem a dizer que estou atrasada porque os votos de Bom Ano já foram há duas semanas ou adiantada porque o 15 é 6 depois do 9... recuando um pouco (muiiito) no tempo, passo a explicar:
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(Eheheh, eu adoro explicar estas coisas)

Até 1422, Portugal nem contabilizava os anos tendo como base o nascimento de Cristo. Portugal foi mesmo um dos últimos países ocidentais a adoptar este método (durante o reinado de D.João I) pois, até então, os anos eram contabilizados tendo como base o ano da fundação de Roma por Rómulo e Remo e, portanto, tendo em consideração a diferença (753 anos), passou-se do ano 2175 para o ano 1422.
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(Terá sido confuso?! Nãããã...)

Até 1422 orientávamos-nos pelo calendário juliano, instituído pelo Imperador Júlio César em 46 a.c.

Acontece que esta mudança vem já do ano 525 quando, a pedido do Papa João 1º, Dionysius Exiguus (um monge de Roma) faz os cálculos da data exacta em que terá nascido Cristo.

O objectivo deste pedido seria fazer uma reforma com o (também) objectivo de acabar com a falta de sincronia entre as igrejas para o cálculo da Páscoa. O cálculo para a Páscoa mais conhecido até então havia sido criado pelo bispo da Alexandria, mas várias igrejas seguiam diferentes, confusos e considerados imprecisos sistemas.

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Já na época, os cálculos apresentados causam grande polémica e discordância mas acabam por ser aceites. Ou seja: situa-se o nascimento de Cristo no ano 754 desde a fundação de Roma (erradamente o ano 1, pois na numeração utilizada -a romana- o número "0" nem existia, existindo só mais tarde na posteriormente adoptada numeração árabe) e os anos começam a ser contabilizados a partir desse importante nascimento (d.C.) ou antes (a.C.).

Até aqui tudo (mais ou menos) muito bem até que se sabe que em 754 já o famoso Rei Herodes tinha falecido e, portanto, não poderia ter perseguido e assassinado todos os bebés, obrigando à fuga da família, conforme esse conhecido relato bíblico, pelo que a data está mesmo errada!

Segundo cálculos mais precisos, por relação com factos históricos e fenómenos astronómicos verificados na época, Cristo terá nascido ou 5 ou 6 anos antes do que foi instituido, ou seja, para quem teve medo de que o mundo acabasse na viragem do milénio só perdeu tempo, porque o milénio já tinha virado há muito e ainda estava vivo!

Claro que para nós (para mim, pelo menos) nos dá igual que Cristo tenha nascido no Verão ou no Inverno, e que o Tempo tenha sido marcado a partir do primeiro choro, do primeiro chupa-chupa ou do primeiro dia de aulas mas, já viram que até nisso fomos enganados ?!
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(Peço desculpa mas estive em Fátima, portanto, vim ainda mais católica do que de costume...)

:)

domingo, 26 de outubro de 2008

Planta blogueira



Enfim a prova cientifica que nos faltava!
(Só ainda não sei exactamente de quê)

Quem é que nunca olhou para o seu blogue e pensou: Que raio de merda é esta que não tenho uma boa ideia para escrever hoje?!

Pois é, depois desta noticia, o meu modo de olhar para este ou qualquer outro blogue, nunca mais será a mesma.

No Japão foram ligados sensores a uma planta de 40 cm. Os sinais eletricos emitidos por ela são transmitidos a um computador que transforma esses sinais em frases e que, por sua vez, são publicadas em blogue: o blogue da planta japonesa, escrito em japonês.

O tema do blogue é a descrição da própria planta sobre o seu dia-a-dia, em posts diários.

Não tenho informação sobre comentadores. Imagino que possam chamar-se Jacintos, Narcisos, Margaridas, Rosas, Dálias ou Violetas. Só duvido muito é que troquem ideias sobre receitas de pratos vegetarianos.

Eu própria tenho uma planta com cerca de 40 cm na varanda. Imaginei-me logo a fazer o mesmo e ela até me ajudaria a manter isto animado, principalmente se relatasse o que via quando os vizinhos da frente se despem de luz acesa e sem fecharem as janelas...

Tenho mesmo muita pena de não saber japonês, que saber o que vai dentro da cabeça (ou caule) de uma couve, de um pé de salsa ou de um goivo deve ser uma coisa absolutamente fabulosa!

Há que evoluir este mundo da blogo-coisa, sim senhor!
:)

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Olhar e ver…

Há coisas que olhamos e não vemos… e depois há imagens, como estas, que nos baralham... por mais que olhemos… não acreditamos no que vemos!





Quando conseguirem recuperar do nó no cérebro, comentem se quiserem…

FATifer

sábado, 11 de outubro de 2008

Nu masculino

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Como forma de protesto pelo "ajavardamento" generalizado que as fotos aqui publicadas faziam suspeitar (as femininas, claro, que as masculinas sempre foram artísticas); decidi escrever algo mais na linha do que este blogue pretende:

Algo altamente cultural e que faça valer o click a mais pelo aviso de conteúdos (que tem, neste momento, as horas contadas).

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A arte da fotografia começou a desenvolver-se entre 1830 e 1840.

No inicio servia apenas para retratar indivíduos e apenas os com poder económico para terem acesso ao perpetuar da sua imagem pela foto.

O que antes apenas tinha sido possível aos nobres, pela pintura, acabou por se ir tornando acessível a todas as classes sociais.

Os fotógrafos desde logo compreenderam que havia um novo mercado a emergir . Surgiu, então, a comercialização de fotografias que já não retratavam apenas pessoas em poses formais, mas também casas, ruas, cidades, objectos, paisagens e, finalmente, os nus.

(Peço desculpa, faz de conta que foi sem querer, mas além de o nu ser incontornável, tenho de justificar o titulo)

Curiosamente (ou não), os primeiros nus eram exclusivamente femininos.

Como a maioria dos homens não gosta (ou não admite gostar) de se ver nu, também não se questionou se alguma mulher poderia admirar a beleza artística contida num nu masculino. Que um homem pudesse admirá-lo dessa forma, então mais impensável ainda.

Em 1887 surgiram os primeiros nus masculinos, nos Estados Unidos.

Foram publicados com fins científicos mas, ainda assim, causaram um enorme escândalo o que, por sua vez, serviu de estimulo a que novos autores e novas fotos surgissem, já com intenções artísticas.

Desde então, o mercado para este novo género, nunca mais parou de aumentar.

Curioso também é que, até à década de 60 do século XX, em muitos países, o nu masculino era ilegal e não podia ser considerada forma de arte em fotografia.
Na época, fotos artísticas de nus masculinos eram ignoradas pelos críticos pelo facto de se sentirem incomodados pela visão do pénis e consideravam "o nu masculino como um território restrito aos homossexuais e às feministas que queriam ver os homens em situação reduzida e vulnerável".

Com mais ou menos arte, com mais ou menos cor, com mais ou menos beleza física... a verdade é que este meu contributo cultural não poderia passar sem exemplos.

Os mais "artísticos" que encontrei foram estes (mas atenção, companheiro de blogue, que ainda não dei este tema por encerrado).

E, claro, "Homem", "Futebol" e "Arte" são coisas absolutamente indissolúveis... portanto...

acho que os exemplos são do melhor!


















terça-feira, 30 de setembro de 2008

Será que sou só eu?...

A Pax já focou um dos pontos altos do fds, pelo que eu começo por realçar outro que, para mim, foi também um ponto alto do fds – a vitória do “doctore” Valentino Rossi no grande prémio da classe Motogp em Motegui, no Japão, 8º título no total de todas as classes deste sr!


Mas isto é apenas uma forma de apresentar o assunto que motiva o meu texto de hoje… e qual é, perguntam vocês?
Ora olhem para a foto acima… vêem o símbolo da A-STYLE? É sobre ele que pretendo falar.
Desde que esta marca patrocinou pela primeira vez uma corrida e que olhei para o símbolo, que me pergunto se serei só eu que acho aquele símbolo (hum… que palavra usar?) erótico? (sim pode ser erótico). Pois posso andar distraído e esta marca já existir há muito tempo … mas será que estou a ver coisas?
Não em interpretem mal, quando esta marca me proporciona imagens como esta (abaixo) não me estou a queixar!! Mas tenho esta mania de olhar e ver… ficar a pensar… e perguntar…


Com isto tudo interrogo-me se estarei como a minha prof. de Português do 10º ano, que considerava que o anúncio do ferrero rocher tinha uma grande carga erótica por o mordomo se chamar Ambrósio!!?


Aguardo as vossas opiniões…


Votos de um bom resto de semana para todos,

FATifer

(fotos do site do motogp)