domingo, 30 de maio de 2010

Viagens no meu mundo… VII

Longe de ser daqueles indivíduos que religiosamente lavam a viatura todas as semanas (normalmente ao Domingo), tempos houve em que parte das minhas manhãs de Domingo acabavam por ser “gastas” a limpar uma das minhas meninas (motos!). Há tempo que abandonei esse “ritual” mas hoje à tarde, lembrei-me desses tempos pois precisei mesmo de dar uma limpeza à maior que estava um pouco para o sujinho. Também não me considero do tipo de pessoa que anda com o veículo ao colo e que desespera a cada pequena mazela mas, não vou negar, que gosto de ver as minhas meninas (motos!) a brilhar. Sabe bem…


FATifer

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Sem palavras…



Por falta de algo para dizer fica esta imagem que encontrei no meu “arquivo” para apreciarem…

Continuação de boa semana,
FATifer

quarta-feira, 19 de maio de 2010

A vida continua… 5

A casa do meu avô está quase vazia… a minha está cheia de coisas espalhadas por arrumar… é uma sensação realmente estranha ver aquela casa vazia, paredes despidas… tenho muito para arrumar, escolher e seriar…. Uma coisa é certa vou continuar a viver rodeado de memórias do meu avô!

A vida continua… mesmo.


FATifer

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Versejando...

Já não versejo há tempo…
Isto não é um lamento
Apenas uma constatação

Há muito que não me sento
E algo em verso experimento
Só por mero prazer ou satisfação…

Não é comum escrever em verso
Mas por vezes até tento
Quando me vem a inspiração…

Hoje senti vontade de versejar
E foi isto que saiu
Meio escrito à pressão…


FATifer

segunda-feira, 10 de maio de 2010

“É domingo, paciência!”

Esta foi uma frase que registei do dia de ontem. Não sou dado a ódios (até porque odiar alguém é dar-lhe importância) mas o sr. treinador do sporting clube de braga (domingos paciência para quem não saiba) mereceu esta boca de um adepto do Glorioso.




Benfica! Campeeeaãããaoooo!!!

FATifer

segunda-feira, 3 de maio de 2010

“Falas assim porque tens caparro!”

Esta foi a frase que guardei da cena que tive o desprazer de presenciar na passada 6ª feira, na minha última ida ao cinema até à data. Mas deixem-me contextualizar…

Praticamente só vou ao cinema no Corte Inglês (UCI), são as salas que prefiro por uma miríade de razões entre as quais a frequência (leia-se fauna). No entanto, este factor em particular perdeu força com o episódio que vou relatar de seguida:

Não teria passado nem 1/3 do filme e ouviu-se um burburinho no fundo da sala (nada de tão incomum nos dias que correm, infelizmente) dali a uns minutos ouve-se um estalo, daqueles à homem, e começa a algazarra que leva à interrupção da projecção do filme. Segundo consegui perceber um indivíduo bem constituído sentira-se incomodado por um grupo de 4 rapazes e outras tantas raparigas que estavam atrás por um (ou uns ) deles terem repetidamente tocado com os pés na cadeira dele. Na discussão que se gerou a seguir ao estalo sonoro e ao desafio lançado pelo indivíduo bem constituído que enfrentaria qualquer um “mano a mano”, uma das raparigas saiu-se com a frase lapidar que usei como título deste texto. Achei particularmente interessante a frase tendo em conta que, mesmo tendo um deles levado um estalo, nenhum dos elementos do grupo visado parecia ter coragem de enfrentar o indivíduo “com caparro” ficando apenas pelas bocas (só garganta portanto).

Tudo isto levou a que o filme tivesse que ser puxado para trás para que pudéssemos ver o que tínhamos perdido, isto depois dos protagonistas da interrupção terem sido convidados a sair da sala. Eu sabia que haveria uma razão pela qual raramente vou à sessão da meia-noite mas não diria que seria esta…

Com isto tudo que filme fui eu ver perguntam vocês?

IRON MAN 2

Continuação de boa semana para todos,
FATifer

quinta-feira, 29 de abril de 2010

O (in)sustentável peso da Verdade

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Há uma coisa que, por mais que eu olhe para trás na minha vida, não consigo encontrar um único exemplo de que alguma vez tenha sido verdadeira e me tenha arrependido. Nunca.
Não consigo arrepender-me por, em momento algum, ter respondido com a verdade ao que me foi perguntado, principalmente a alguém de quem gosto.
Mas já menti. E já lamentei te-lo feito.
Já me mentiram. Já lamentei, e irremediavelmente muito, por mo terem feito. Penso mesmo que talvez seja a única mágoa que consigo guardar de alguém de quem tenha gostado: o facto de me ter mentido, de não ter tido o carácter suficiente para enfrentar as consequências da verdade, fosse ela qual fosse.
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Já sofri, e muito, como resultado de ter dito a verdade. Mas sofrimento não implica arrependimento.
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Meço por mim o que acho que mais faz sofrer os outros e prefiro mil vezes magoar alguém com uma verdade do que com a piedade da falta dela.
Sofro as consequências. Bem mais difíceis do que qualquer rodear de questão, do que qualquer sorriso de negação. Consequências, quem sabe, tão irremediaveis quanto o facto que lhes deu origem... e o de não ser negado. E seria tão fácil negar...
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Mas, chorar por chorar, prefiro chorar em consequência de não ter querido mentir do que por não ter sido verdadeira, principalmente comigo própria.
Principalmente a quem respeito e amo, duvido que alguma vez queira saber mentir. Quem me respeitar e amar, só tem de saber o que para si valerá mais.
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domingo, 25 de abril de 2010

Olhar o céu…



Pode até nem parecer mas estas duas imagens foram tiradas do mesmo local (a minha varanda). Claro que em dias diferentes!

Estava hoje a olhar para elas e, porque tenho esta mania de ver coisas onde elas não existem, dei comigo a pensar que a primeira podia ser o dia de hoje em 1974 e a segunda o dia de hoje, hoje… será? Alguns dirão que não, que a segunda imagem tem poucas nuvens e tons demasiados relaxantes para espelhar o dia hoje. Outros dirão que a primeira tem pouca luz para poder simbolizar a esperança daquele dia há 36 anos. Não sei… foi apenas uma ideia que me passou pela cabeça e que posso pôr aqui porque, há 36 anos uns quantos “malucos” fizeram uma revolução com cravos que me permite dizer o que penso desde que nasci…


25 Abril sempre!
FATifer